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Administrativo

17/02/2017




Psicólogos/as podem declarar identidade de gênero em seu cadastro  

Dando sequência a suas ações de apoio à luta por visibilidade e direitos das pessoas trans, psicólogos/as inscritos/as no CRPRS poderão, a partir de agora, declarar sua identidade de gênero em seu cadastro.

Acesse crprs.org.br/meucrp, clique em Profissional, informe CPF e senha. Se este for o seu primeiro acesso ao Meu CRP, clique em “Meu primeiro acesso”, confirme seus dados e aguarde o recebimento de senha. Em Dados Básicos, abaixo do campo Sexo (masculino ou feminino), há as seguintes opções de Identidade de Gênero: homem, mulher, homem trans, mulher trans, travesti, outra (campo aberto). Assinale uma das opções, vá até o fim da página e clique em Salvar.        

“Reconhecemos que as identidades de gênero não são apenas as binárias (masculino/feminino), podendo assumir diferentes formas dependendo do contexto social e cultural; é o caso das travestis, das pessoas queer, que não querem ser designadas dentro da norma de gênero, entre outras. É importante que o CRPRS ofereça a possibilidade das pessoas trans (travestis, transexuais, transgêneros) se identificarem”, explica o conselheiro Angelo Brandelli Costa.

A iniciativa marca a importância do enfrentamento às diversas formas de discriminação às quais essa população está sujeita. 

Dúvidas podem ser encaminhadas ao CRPRS pelo e-mail crprs@crprs.org.br ou telefones 0800.001.0707 ou (51) 3334.6799.

Nome social

A inclusão do nome social na carteira profissional do/a psicólogo/a é um direito garantido pela Resolução do CFP nº 014/2011. Os/As interessados/as devem solicitar por escrito ao CRPRS a inclusão do nome social, que será adicionado no campo de observações do registro profissional. A Resolução permite a assinatura nos documentos resultantes do trabalho do/a psicólogo/a ou nos instrumentos de sua divulgação o uso do nome social, juntamente com o nome e o número de registro do profissional.

Para o CRPRS, essa conquista representa um reconhecimento da igualdade de direitos destes profissionais e um respeito pela maneira como são identificados, reconhecidos e denominados por sua comunidade e em suas relações sociais.

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