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Conselho Federal de Psicologia

26/01/2018




CFP debate visibilidade trans e Resolução 01/99  

No dia 29 de janeiro, o Conselho Federal de Psicologia (CFP) vai promover debate online sobre visibilidade trans e a Resolução 01/99 do CFP, que orienta os profissionais da área a atuar nas questões relativas à orientação sexual. A data foi escolhida por ser o Dia Nacional da Visibilidade de Travestis e Transexuais, que marca a luta pelos direitos humanos, pelo respeito à identidade de gênero e em busca do direito à vida sem preconceito e discriminação.

O debate, mediado pelo conselheiro Pedro Paulo Bicalho, terá a participação de Symmy Larrat, Alessandra Ramos, Adriana Sales, Tathiane Araújo, Leonardo Luiz da Cruz Lima e Suzana Konstantinos Livadias.

Você também pode participar do debate, programado para às 16h, enviando perguntas pelas redes sociais do CFP (YoutubeFacebook e Twitter) com a hashtag #VisibilidadeTrans ou pelo e-mail comunica@cfp.org.br.

Profissionais devem contribuir para eliminar transfobia e não podem ser omissos frente à discriminação

Na Assembleia das Políticas, da Administração e das Finanças (Apaf) de dezembro de 2017, as delegações da categoria decidiram publicar resolução regulamentando a atuação de profissionais da Psicologia em relação às pessoas travestis e transexuais. Na prática, a nova norma complementa a Resolução 01/99.

nova resolução orienta os profissionais da Psicologia a atuar, no exercício da profissão, de modo que as travestilidades e transexualidades não sejam consideradas patologias. A resolução determina que, em sua prática profissional, psicólogas e psicólogos devem atuar de forma a contribuir para a eliminação da transfobia e orienta, ainda, que não favoreçam qualquer ação de preconceito e nem se omitam frente à discriminação de pessoas transexuais e travestis.

A norma recém-aprovada impede o uso de instrumentos ou técnicas psicológicas para criar, manter ou reforçar preconceitos, estigmas, estereótipos ou discriminação e veda a colaboração com eventos ou serviços que contribuam para o desenvolvimento de culturas institucionais discriminatórias.

Conheça os debatedores

Symmy Larrat é presidenta da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT). Foi coordenadora nacional LGBT do governo federal e coordenadora do Programa Transcidadania da Prefeitura de São Paulo. Leonardo Luiz da Cruz Lima é professor de Educação Física e é um dos coordenadores do Instituto Brasileiro de Transmasculinidades (Ibrat-DF). Cuida dos assuntos relacionados à saúde na entidade. Suzana Konstantinos Livadias é psicóloga, coordenadora do Espaço Trans, mestranda do programa de pós-graduação em Saúde Coletiva PPGSC/UFPE, pesquisadora de autismo ligada à Associação Preaut.

Tathiane Araújo é conselheira Nacional de Saúde (CNS) e representa a Rede Nacional de Pessoas Trans (Rede Trans Brasil) no Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (CNCD/LGBT). Adriana Sales possui graduação em Letras pela Universidade Federal de Mato Grosso e mestrado em Educação pela UFMT. Atualmente, é professora na Secretaria de Estado de Educação, lotada na Superintendência de Formação dos Profissionais de Educação. Ativista social do movimento trans brasileiro desde 1998, militante para as causas das travestis e transexuais no contexto escolar. Alessandra Ramos é tradutora, ativista e assessora parlamentar na Câmara dos Deputados.

 

Fonte: Conselho Federal de Psicologia

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